Luís Ramalho marcou presença na grande final do Campeonato Nacional de Carcassonne, o jogo de tabuleiro moderno mais jogado em todo o mundo, organizado pela Devir Portugal.

Mais de três dezenas de jogadores marcaram presença em Sintra, para disputar a final do Campeonato Nacional de Carcassonne. Os jogadores presentes disputaram várias classificativas do campeonato, que se realizou de norte a sul do país, e os apurados marcaram presença para eleger o campeão nacional de Carcassonne. O grande vencedor irá posteriormente vai representar Portugal, no Campeonato Mundial que se realiza em Essen na Alemanha.

Entre os participantes, está Luís Ramalho, natural de Vila Real, é a primeira vez que competiu numa final de Carcassonne. Tudo começou há sete anos quando teve o primeiro contato com o jogo, a partir daí nunca mais parou, “foi um dos primeiros jogos que joguei e gostei logo”. O estudante de Engenharia Mecânica, é um apaixonado por jogos de tabuleiro e atualmente conta já com uma ampla gama de jogos de tabuleiro, com varridíssimos temas e graus de dificuldade.

É no Instituto Português de Desporto e Juventude (IPDJ) de Vila Real que Luís Ramalho desenvolve jogos semanais com outros praticantes de Carcassonne, “temos um grupo de jogos de tabuleiro que se reúne semanalmente (quarta-feira) para jogamos e temos também encontros mensais”.


Mas afinal o que é Carcassonne? É um jogo de tabuleiro moderno, que atrai cada vez mais pessoas, “foi lançado em 2000 e ganhou automaticamente o jogo do ano naltura, é um jogo com muito historial de expansões, de versões e de variantes, e deve-se a sua popularidade porque é um jogo muito sólido, muito bem estruturado, com muita diversidade e muito fácil de jogar”, refere Rodolfo Lopes, Responsável de Marketing da Devir. O Carcassonne assume-se também como um jogo familiar e amigos, com interação constante de todos os jogadores do início ao fim, devido à sua diversidade de jogadas, faz com que jogo nunca seja igual.

Há 12 anos que se realiza este campeonato Nacional de Carcassonne, inicialmente com apenas um torneio nacional, mas devido ao elevado número de jogadores a organização viu-se obrigada a expandir por todo o território, “rapidamente vimos que havia mais procura, e começamos a abrir mais o leque de regiões que queriam inscrever-se para realizar torneios oficiais e tem crescido todos os anos”, refere Rodolfo Lopes.

Em Vila Real não foi exceção, de ano para ano vão aparecendo alguns interessados, “hoje há sempre muito onde os jovens dividirem a sua atenção, mas nós enquanto grupo, vamos divulgando nas redes sociais, quando há encontros e torneios”, refere Luís Ramalho.




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