A Câmara de Vila Real disse que se verificou hoje um agravamento da ocorrência no rio Corgo, identificada no domingo, onde foram detetados peixes mortos e um odor anómalo.

O alerta que dava conta de peixes a boiar no rio, detetados na zona do Parque Florestal, no centro da cidade transmontana, foi dado através da linha SOS Ambiente e Território, operado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR.

O município disse hoje, através de uma informação publicada numa rede social, que a situação apresentou um agravamento na manhã de hoje, estando os indícios particularmente concentrados no troço entre a ponte junto ao Centro de Ciência e o açude.

A autarquia avançou que estão a ser recolhidas amostras para análise e desenvolvidos contactos com as entidades e operadores existentes na envolvente, procurando determinar a natureza e a origem da situação.

“Nesta fase, não existem ainda elementos que permitam determinar as causas da ocorrência ou atribuir responsabilidades, pelo que qualquer conclusão seria prematura”, acrescentou.

A câmara disse ainda que, desde o primeiro momento, contactou o SEPNA da GNR e tem mantido articulação com as autoridades e entidades competentes, colaborando nas diligências necessárias ao esclarecimento da ocorrência.

E sublinhou que continuará a acompanhar de perto a situação e divulgará informação relevante logo que existam resultados ou outros elementos confirmados.

“A proteção do rio Corgo e do seu ecossistema é uma prioridade, estando o município empenhado em contribuir para o rápido esclarecimento desta ocorrência”, salientou.

No domingo, fonte da GNR disse à Lusa que foi enviada ao local uma patrulha dos Serviços do Ambiente para fazer o reporte fotográfico e verificar a gravidade da situação.



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