Alexandre Parafita

Alexandre Parafita

Boas razões para continuar a apostar na promoção da leitura

Divulgado nos últimos dias, o relatório do Programa Internacional de Avaliação de Alunos vem provar que os alunos portugueses estão acima da média da OCDE no que respeita aos índices de leitura. Uma boa notícia. Lembre-se que, há 15 anos, relatório idêntico apresentava Portugal em antepenúltimo lugar.

Que explicações há para tal evolução? Adianto algumas: a implementação da Rede de Bibliotecas Escolares e com ela a energia e a criatividade dos professores bibliotecários, num combate persistente à iliteracia dos jovens. Encontro-os um pouco por todo o país, nas escolas que têm a gentileza de me convidar, sempre incansáveis, dinâmicos, imaginativos, operando por vezes verdadeiros milagres na promoção da leitura junto dos mais novos.

E porque não há coincidências, é merecedor também de reconhecimento o Plano Nacional da Leitura (PNL), lançado há 10 anos, impulsionador e inspirador de uma nova dinâmica em torno do livro e da leitura nos mais jovens. Os meus parabéns, pois, ao Comissário do PNL, o meu colega e amigo Fernando Pinto do Amaral.


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