A ponte do Pinhão que foi projectada por Eiffel no séc. XIX, é uma das estruturas no nosso país que o Ministro Carmona Rodrigues admite necessitar de substituição. A estrutura que assenta sobre três pilares graníticos, com arcos metálicos, a esta altura encontram-se bastante danificados e ferrugentos.

Como medida de segurança foi condicionada ao trânsito pelo Instituto de Estradas de Portugal, que proibiu a circulação a veículos com porte superior a oito toneladas, e limitou a velocidade a 10 quilómetros/hora.

Esta infra-estrutura é o principal meio de comunicação rodoviária entre as duas margens e o seu encerramento causa enorme transtorno aos seus utilizadores, pois têm de fazer mais de 50 quilómetros para efectuar um trajecto de 200 metros. O tabuleiro da estrutura é estreito o que invalida a passagem em simultâneo de duas viaturas de médio/longo porte, provocando nesta altura de vindimas, congestionamentos.

A população queixa-se desta medida, que vem numa altura muito má e tardiamente.
As vinhas, grande maioria, estão na margem esquerda do rio e os armazéns e adegas, maioritariamente estão na outra margem.
A opinião de quem lá vive é que a necessidade de reparação há já muitos anos que se tem sentido, e apelam para quando efectivamente se fizerem, os melhorando sejam efectivos. A intranquilidade de se verem privados desta importante via de ligação das margens, mantém-se.



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«Pontes em perigo»

O Governo uma vez mais faltou ás promessas