Abílio Evaristo é candidato a presidente do município de Vila Flor pelo PS, nas eleições de 12 de outubro, anunciou, hoje, nas suas redes sociais.
É presidente da concelhia do PS e já foi vereador deste município, entre 2017 e 2021, quando o executivo era liderado pelo Partido Socialista e tinha como presidente Fernando Barros.
Agora candidata-se a número um, com o compromisso de "missão", dizendo fazer parte de uma lista que junta "experiência, juventude e competência, mas, sobretudo, bondade e coragem".
Na publicação na sua página oficial do Facebook, Abílio Evaristo apontou várias falhas ao atual município, no que toca às contas de gerência.
"Em 2022, 2023 e 2024, as Contas de Gerências do Município apresentaram um saldo negativo de 4,5 milhões de euros, aproximadamente. Trata-se de uma situação insustentável que precisa de ser revertida. É preciso ter boa saúde financeira. O nosso compromisso é ter as Contas Municipais equilibradas, isto é, as receitas serem, no mínimo, iguais às despesas", pode ler-se.
Faz ainda outra promessa, a reabertura em "2026" do parque de campismo, que está fechado, devido a obras de requalificação. O candidato diz que este encerramento, que já decorre há alguns anos, é "um rude golpe para restaurantes, cafés e comércio".
Quer também abrir o Encontro das Artes Graça Morais, um polo dedicado à arte e que tem o nome da pintora natural do concelho de Vila Flor. "Será um dos nossos compromissos a abertura e funcionamento do Encontro das Artes Graça Morais", vincou.
O candidato do PS remata dizendo que "há outro caminho para Vila Flor".
O executivo de Vila Flor é composto por cinco elementos, três do PSD, presidente e vereadores com pelouro, e dois, vereadores do PS sem pelouro.
Nas eleições autárquicas de 2021, o município de Vila Flor mudou de cor partidária. Desde 2013 que a câmara era liderada por Fernando Barros, do PS, mas Pedro Lima, do PSD, conseguiu mudar a preferência partidária.
No concelho de Vila Flor já são conhecidos quatro candidatos, PS (Abílio Evaristo), PSD (Pedro Lima), CDU (Susana Bártolo) e Chega (Cecília Ferreira).
Lusa