Almor Branco, o ex-presidente da câmara de Mirandela duvida dos resultados preliminares da auditoria financeira apresentados por Julia Rodrigues, dizendo no comunicado “ Aguardarei serenamente que o relatório final da auditoria financeira contratualizada e não “encomendada” pelo atual Executivo Municipal”.

O ex autarca, António Branco lembra ainda que as contas do Município, desde 2012, são auditadas semestralmente pela Direção-Geral das Autarquias Locais e pelo Tribunal de Contas e que ele próprio enfrentou uma situação financeira difícil “a difícil situação financeira que enfrentávamos, tendo então sido aprovado pelo Tribunal de Contas o Plano de Saneamento Financeiro em curso, obrigando a elaborar Relatórios Semestrais de Acompanhamento, com efetiva redução da dívida, que são submetidos à apreciação da Direção Geral das Autarquias Locais, nunca tendo sido efetuado qualquer reparo ou observação de incumprimento”.

O autarca que perdeu as eleições autárquicas para Júlia Rodrigues lembra que apesar de tudo, deixou muito investimento para concluir e que “é notória a falta de rumo estratégico para o concelho demonstrada na incapacidade de executar projetos na ordem dos 30 milhões de euros de fundos comunitários aprovados e contratados pelo anterior Executivo PSD, tais como o PEDU, a 2.ª fase do Acesso Norte, o Bairro Operário, a Estação de Camionagem, o INATEL, a Expansão da Zona Industrial e a Ecopista do Tua.”

Por fim Almor Branco diz esperar pelo relatório final para então “desmontar as acusações que têm sido efetuadas e desmascarando a incapacidade da Dra. Júlia Rodrigues e dos seus pares em gerir os destinos da autarquia.”

Para uma melhor compreensão do que está em causa e avaliação, deixamos aos leitores em anexo o comunicado do Ex-presidente da Camara de Mirandela Almor Branco.


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