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Greve de Sexta a domingo

Trabalhadores do Casino de Chaves exigem melhores salários

Lusa em Sáb, 22/02/2020 - 14:52

Os trabalhadores do Casino Solverde de Chaves estão em greve entre sexta e domingo, manifestando a insatisfação pelos “baixos salários” mas também pela falta de condições de trabalho, relatando casos de “falta de higiene”.

Cerca de três dezenas de trabalhadores concentraram-se ontem a partir 16:00 junto à porta principal do Casino de Chaves, no distrito de Vila Real, em protesto pelas “más condições salariais e de trabalho”, e vão marcar presença nos períodos de maior afluência ao longo do fim de semana.

A greve, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Salas de Jogos (STSJ), decorre entre as 12:00 de hoje até às 05:00 de domingo.

Junto à porta de acesso ao casino, está ainda colocada uma tarja com a frase: ‘fatura milhões, paga tostões’.

Entre as reivindicações dos trabalhadores, estão os “baixos salários” e a “recusa em negociar uma convenção coletiva”, ainda não ser dado o “gozo do dia de aniversário”, o “não pagamento do subsídio de turno” e o desrespeito pelas “funções das categorias especiais como estão na portaria das gratificações”.

Sem querer divulgar a identidade, um dos trabalhadores em greve e que já trabalha no casino há mais de uma década adiantou à Lusa que ao longo dos anos tem existido uma perda de regalias.

“Um trabalhador que esteja na empresa há 12 anos, ou um que seja agora contratado, ganha exatamente o mesmo, o salário mínimo. Antigamente ganhávamos mais, mas com a crise congelaram os salários e assim ficou”, vincou.

Mas além das reivindicações salariais, há ainda o relato de falta de condições no trabalho, nomeadamente de falta de higiene.

“Há pulgas na sala de jogo e de forma recorrente. E se for um funcionário a ser mordido nada é feito, apenas quando é um cliente a fazer queixa é que fazem alguma coisa”, adiantou.

A Lusa teve acesso a uma fotografia que mostra a zona da barriga de uma funcionária que terá sido mordida por pulgas na quarta-feira no Casino de Chaves, onde é possível ver a picada de um inseto.

A falta de limpeza da sala de descanso dos funcionários, que serve para descanso e refeições, e das casas de banho dos trabalhadores, são outras das queixas, acrescentou.

Outro dos trabalhadores em greve, que também pediu anonimato, explicou que se exige mais condições de trabalho e salariais a uma empresa que está sempre em lucro.

“Este casino dá lucro. Se não desse lucro já tinha fechado e, de resto, foi um dos poucos em Portugal que subiu em percentagem os lucros, ganhou mais que no ano anterior”, contou.

Considerando que a equipa de trabalho é “competente” e que raramente falta ao trabalho ou apresenta baixas para não trabalhar, o trabalhador do Casino de Chaves realçou que os funcionários mereciam "um maior respeito”.

Para o presidente do STSJ, há uma “falta de sensibilidade” da empresa para negociar com os trabalhadores e esta “entender que os salários são impraticáveis”, principalmente em trabalhadores que fazem turnos noturnos.

“Estamos a falar do sector do jogo, onde passam muitos milhões de euros e não é aceitável que empresas paguem desta forma”, atirou Carlos Teixeira.

Uma das reivindicações do sindicato é o desrespeito da empresa pelas funções das categorias especiais, conforme está descrito na portaria das gratificações.

“É uma das nossas lutas, e tem sido alvo de muitas exposições, mas não temos tido recetividade por parte das entidades que tutelam”, explicou.

Carlos Teixeira acrescentou que este “desrespeito” tem a conivência da comissão de jogos que é tutelada pelo Turismo de Portugal.

“Tem de ser respeitada a lei que está em vigor, sem esforço. Se entendem que esta lei está ultrapassada, há toda a disponibilidade para ver o que pode ser feito, para alterar a portaria, se houver coragem e competência”, garantiu.

Após uma greve dos trabalhadores do Casino de Espinho, também da Solverde, e de uma reunião em janeiro que não “teve resultados”, Carlos Teixeira não põe de parte novas formas de protesto e a vontade de continuar a sensibilizar as entidades competentes.

“Não é aceitável que as entidades competentes, ou seja, o Estado, levem as receitas que levam desta atividade e depois é só para meter dinheiro ao bolso e os trabalhadores são tratados desta maneira”, concluiu.

Contactada pela agência Lusa, a Solverde disse que não vai comentar o tema.

O casino da Solverde em Chaves abriu as portas em janeiro de 2008. O concessionário de jogo detém no total cinco casinos e um casino on-line.


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